quinta-feira, 14 de outubro de 2010

UM COTIDIANO RECHEADO DE GEOGRAFIA

        Eis que acordo com a iluminaçaõ do Sol, fazendo surgir o dia, conseqência do movimento de rotação, isso depois de um sono em uma rede, refletindo a idéia e os costumes indígena. Respiro o ar que ocupa a atmosfera, poluído ou  saudável, dependendo do espaço que estou; se no Arquipelágo de Fernando de Noronha é quase puro; se na capital de São Paulo,e bastante poluído, pois o H2O se mistura com o monoxido de carbono e tudo mais.É hora do banho de preferência natural em um rio permanente, Rio Turbino com todos os elementos à vista, foz, margens, desembocadura, nascente, leito, etc, ou na royina uma chuveirada, analisando os produtos: sabonete, shampoo, condicionador, cremes, suas fórmulas, composições, fabricação, validade, e assima de tudo economizando àgua, recurso natural não renovável, em escasses no mundo e essencial à vida.Dirijo-me a mesa de madeira imbuía ou sedro, espécie rara na vegetação brasileira, e sobre a mesa encontro os mais variados alim entos, frutas e outros industrializados, uma alimentação que convida a uma reflexão, análise e muito bom senso na decisção  em relação a origem e todo o processo até chegar ao momento de consumo ideal  á saúde ou se for o caso a sobrevivência.
Tenho que trablhar, essa é uma atividade econômica que dign ifica o homem pelo serviço prestado, socialização. Sou professora de geografia.
    Nos horários intermediários uso transporte, vejo tv, acesso o computador e a trajetória é plenamente recheada de elementos geográficos em todos os aspéctos fisicos, humanos e econômicos da minha vida, cidades,estados, paises e  mundo, motivo pra dizer que há geografia em tudo que vejo.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SÓ SE DESTROI O MUNDO UMA VEZ

     O acordo a ser firmado permitirá a eliminação de uma quantidade irrisória de armas, diante do colossal arcenal de 50 000 ogivas estocadas no conjunto pelas duas superpotência(Rússia e Estados Unidos), o bastante para errasar o mundo trinta vezes. Em sua conferência na Islândia em 85, Reagan e Gorbachov chegaram a acertar uma redução sensível nos respectivos estoques - 6000 para cada um, mas  a negociação acabou esbarrando na  insistência soviética em riscar do mapa ,o projeto americano conhecido como Guerra nas Estrelas. Ainda assim o avanço que se obtem  com a diminuição dos mísseis na Europa é significativo. Até hoje, todos os tratados entre Whasington e Moscou não cuidaram de reduzir armamentos, mas apenas fixaram tetos máximos para os arsenais nucleares de cada lado.
    A Europa, embora se veja livre de um poder de destruição, considerável, continuará, porém, longe da miragem de desnuclearização defendida pelos movimentos pasivista. Eliminam-se apenas as armas intermediárias do solo. Restarão ainda todos os mísseis transportados por submarinos, navios, aviões americanos em operação na Europa, bem como as chamadas ogivas táticas, com alcance de até 100 km e potência destruidora limitada. Ficam também as forças nucleares independentes da França e da Inglaterra, que não entram  nas negociações entre EUA e União Soviética, e o lote alemão da Mísseis Pershing I. Segundo cálculos da Campanha do Desmatamento Nuclear, com sede em Londres, permanescerão ainda na Europa, tanto do lado ocidental quanto do lado soviético, armas nucleares que, no conjunto, perfazem a força de 300 000 bombas de Hiroxina.


                                               VEJA, 05/08/87

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Texto

            O desprezo a orientação dada pelo Sol resultou em acidente fatal.

            A comissão investigadora do acidente com o Boeing 737-200, ocorrido no dia 03 de  setembro     de 1989, no Estado do Mato Grosso, concluiu que o piloto teve um bloqueio psicológico durante o vôo. Esse fato, segundo a comissão, impediu que o piloto corrigisse a tempo o erro cometido no plano de vôo traçado em Marabá (Sul do Pará). Em vez de digitar a coordenada 0°27' no computador de bordo, o piloto digitou 2700'
e o avião que deveria seguir para Belém, ao Norte -  foi parar no Mato Grosso, a Sudoeste.
           Segundo apurou a investigação, o piloto  começou a  desconfiar que algo  estava errado  41 minutos  após deixar Marabá, quando deveria estar chegando a Belém e não avistou a cidade. O piloto fez uma volta
de 180 graus, procurando Belém. Ele desprezou a orientação dada pelo Sol, quando abandonou Marabá  às 18h 30min. Deveria seguir com o Sol à sua esquerda mas voou com ele a sua direita.
          O avião fazia um vôo entre São Paulo e Belé,
m(PA), com escalas em Uberlândia(MG), Goiânia (GO), Brasília (DF), Imperatriz (MA) e Marabá (PA).


                                                                                Jornal  Folha de São Paulo, 14/10/1989.