quinta-feira, 14 de outubro de 2010

UM COTIDIANO RECHEADO DE GEOGRAFIA

        Eis que acordo com a iluminaçaõ do Sol, fazendo surgir o dia, conseqência do movimento de rotação, isso depois de um sono em uma rede, refletindo a idéia e os costumes indígena. Respiro o ar que ocupa a atmosfera, poluído ou  saudável, dependendo do espaço que estou; se no Arquipelágo de Fernando de Noronha é quase puro; se na capital de São Paulo,e bastante poluído, pois o H2O se mistura com o monoxido de carbono e tudo mais.É hora do banho de preferência natural em um rio permanente, Rio Turbino com todos os elementos à vista, foz, margens, desembocadura, nascente, leito, etc, ou na royina uma chuveirada, analisando os produtos: sabonete, shampoo, condicionador, cremes, suas fórmulas, composições, fabricação, validade, e assima de tudo economizando àgua, recurso natural não renovável, em escasses no mundo e essencial à vida.Dirijo-me a mesa de madeira imbuía ou sedro, espécie rara na vegetação brasileira, e sobre a mesa encontro os mais variados alim entos, frutas e outros industrializados, uma alimentação que convida a uma reflexão, análise e muito bom senso na decisção  em relação a origem e todo o processo até chegar ao momento de consumo ideal  á saúde ou se for o caso a sobrevivência.
Tenho que trablhar, essa é uma atividade econômica que dign ifica o homem pelo serviço prestado, socialização. Sou professora de geografia.
    Nos horários intermediários uso transporte, vejo tv, acesso o computador e a trajetória é plenamente recheada de elementos geográficos em todos os aspéctos fisicos, humanos e econômicos da minha vida, cidades,estados, paises e  mundo, motivo pra dizer que há geografia em tudo que vejo.

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